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MAIS ESPAÇO PARA OS JOVENS TREINADORES
Como de costume, acompanho todos os programas possíveis de futebol, tantos quanto eu consiga assistir e ainda gravo alguns jogos dos campeonatos Italiano, Espanhol, Português e Inglês, além de acompanhar os campeonatos estaduais pelo nosso país. Noto que emissoras de TV como a Band, estão voltando a investir pesado em esporte (o que nunca deveria ter deixado de fazer), surge um canal 24 horas de esporte na TV aberta – TV ESPORTE INTERATIVO e novos e bons programas de debates. Porém apesar desses avanços, notei que falta ainda um pouco mais de ousadia em abrir espaço para novos técnicos de futebol, como Paulo Comelli (foto), técnico do Noreste de Baurú/SP, uma das sensações do Paulistão 2007. Assim como no eterno troca-troca de treinadores nos clubes, os “técnicos top” fazem rodízio nos programas de televisão, que dão até mais espaço para dirigentes. Ao mesmo tempo, clubes menores se destacam em vários campeonatos, recebem elogios, mas a figura do treinador é sutilmente mencionada. Tudo bem que a briga é por audiência, que da mais ibope falar dos grandes clubes, mas acredito que dê pra ser também um pouquinho educativo levar à esses programas jovens treinadores – não para fazer aquelas perguntinhas babacas, cheias de puxa saquismo – para se discutir de planejamento, preparação técnica e tática, etc. Se ser treinador no país do futebol já é difícil, imaginem ainda com a falta de abertura dos meios de comunicação? Aí fica ainda mais difícil entrar no “Clube do Bolinha”
Escrito por RICARDO AGUIAR às 23h53
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É PRECISO ACABAR COM O 14º JOGADOR!
Porém isso já não ocorre mais e os mesmos estão em muitos casos, aparecendo mais do que as próprias estrelas do espetáculo. Os dois episódios mais recentes – o gol de gandula e agora a agressão com barra de ferro – deveriam servir como um alerta para que a entidade organizadora repensasse essa função. De responsabilidade do clube mandante, os gandulas passaram a ser o chamado “14º jogador” depois de Atletas, Torcida (12º) e do Técnico (13º), e são peças fundamentais numa partida, pois podem retardar ou acelerar o ritmo do jogo, de acordo com os planos do time mandante, interferindo diretamente agora também através de tumultos, invasões e agressões. Na minha opinião, com tanto dinheiro que as federações arrecadam, o Gandula deveria ser de sua responsabilidade – orientado, pago e fiscalizado por quem organiza. Desse modo, garanto que não iríamos assistir mais a tantas cenas deprimentes e que numa atitude ainda mais idiota, transformam verdadeiros “imbecis” em “astro principal” de uma partida de uma partida de futebol. É preciso acabar urgente com esse “14º jogador” e para que isso aconteça, é preciso uma pressão de dirigentes, profissionais ligados ao futebol e da própria imprensa, pois nossos “cartolas” só funcionam mesmo na base da pressão!
Escrito por RICARDO AGUIAR às 23h50
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