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NA CARA DO GOL Falando nisso... justiça seja feita! Apesar de perder o Paulista, a Libertadores e a Recopa Sul Americana, vejo o São Paulo como a melhor equipe do futebol brasileiro na atualidade. Além de um grupo forte, com bons jogadores em cada setor (só acredito que falta mais um homem de criação para o time não depender tanto do Danilo) e uma estrutura fantástica de trabalho, o momento do tricolor do Morumbi é muito bom. Vendo o time jogar, nota-se o equilíbrio que há entre os setores e a determinação que estão os jogadores, em fechar o ano com esse título. Justiça seja feita, o São Paulo está com “cara de campeão” e se o título for confirmado, estará em boas mãos. Porém não se deve comemorar nada antes do último jogo, ou da matemática apontar o campeão. Tem horas que o excesso de favoritismo atrapalha e este é sem dúvida o maior desafio tricolor. Escrito por RICARDO AGUIAR às 09h41
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NA GERAL
Falando francamente, não acredito que alguém possa tirar o título brasileiro do São Paulo. Tudo bem que no futebol tudo pode acontecer, mas o momento do time do Muricy é muito bom. Entre os que ainda sonham com o título, na minha opinião o Grêmio, pela força de seu conjunto, é o que tinha a maior chance de chegar lá, mas depois do jogo do Olímpico, a situação complicou. Ao invés de sufocar o São Paulo, o tricolor gaúcho acabou sufocado em casa e por pouco não amargou uma derrota que consolidaria definitivamente o título em favor dos paulistas. O meu Santos ainda é um time de altos e baixos, e uma classificação para a Libertadores estará de bom tamanho. Quanto ao Internacional, espero que o foco esteja no mundial, pois não é sempre que se chega a um mundial de clubes (o maior título que um clube pode conquistar) e entre os adversários estará o “todo poderoso” Barcelona! Acredito que a incógnita está nos classificados para a Libertadores 2007! Escrito por RICARDO AGUIAR às 09h30
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DA GERAL Eu acredito no Dunga! Uma das primeiras coisas que aprendemos no curso de treinadores da ABTF é a manter a ética profissional. Por isso evito ao máximo falar sobre colegas de profissão e em hipótese alguma critico métodos e conceitos de cada um deles. Entretanto, fui questionado por um amigo e leitor do “Super Técnico”, em relação ao atual técnico da seleção brasileira, se ele seria um “quebra galho”? Quando o Dunga foi confirmado no cargo, pegou muita gente de surpresa e houve um misto de euforia (por ser quem ele é) e de descontentamento (pela falta de formação técnica). Estávamos no Rio de Janeiro, em pleno curso da ABTF e as discussões sobre o assunto foram inevitáveis. Porém acompanhando o seu início, independente dos resultados, o que vejo é um trabalho que tem tudo para dar muito certo, seja pela equipe técnica que montou (acompanhado do excelente Jorginho) e principalmente por seu conceito de seleção brasileira. Sem dúvida o momento é o de dar chance e observar novos jogadores, e que grata surpresa por exemplo o desempenho do Elano! Os “medalhões” todos nós já conhecemos o potencial e já sabemos o que podem render, agora num país como o nosso, que tranquilamente formaria hoje 10 seleções de alto nível só de brasileiros, é fundamental analisar o maior número de jogadores possíveis. Não é qualquer time que pode se dar ao luxo de deixar Kaká e Ronaldinho Gaúcho no banco, nem qualquer técnico tem essa coragem e liderança, mas foi sem dúvida uma atitude importante em vários aspectos. Ou vi uma frase de um colega que faço questão de utilizá-la com os jogadores com mais tempo de clube que costumo encontrar; “no futebol não existe tempo de casa, joga quem estiver melhor”. E pra complementar, “futebol é momento, isso é o que determina a titularidade no time”. Eu acredito e torço muito pelo sucesso do Dunga, por mais conquistas do nosso futebol e fundamentalmente por mais oportunidades aos novos profissionais, nesse tão fechado “clube nacional de treinadores”! Escrito por RICARDO AGUIAR às 09h19
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DE BICO
Do clássico entre Corinthians x Palmeiras disputado nesta quarta, a imagem mais lamentável foi sem dúvida o castigado gramado do Morumbi. A imagem foi tão bisonha, que mereceu até comentários dos profissionais de imprensa que cobriram a partida. Vendo a triste imagem do gramado “bicolor”, me veio a questão; “será que o São Paulo, com toda a estrutura que tem (ou ao menos aparenta ter), precisa continuar alugando o gramado do Morumbi para outros eventos que não sejam partidas de futebol?” Tudo bem que dinheiro nunca é demais, porém o campo não é de futebol? Já que fizeram isso, poderiam ao menos ter tido o bom senso de levar o clássico para um outro local e dar um descanso para o castigado gramado do Morumbi, local de tantas e tantas decisões. Justamente o São Paulo, que chiou barbaridade quando o menino Diego comemorou um gol do Santos saltitando sobre o seu escudo, deveria também ser coerente consigo mesmo e respeitar o histórico, e porque não, sagrado gramado do estádio Cícero Pompeu de Toledo. Assim como o próprio time, que já não é mais só de São Paulo, o Morumbi também não é mais só do São Paulo FC, e sim um patrimônio do futebol brasileiro. Ah, não custa lembrar que durante as visitações públicas ao Morumbi, é terminantemente proibido pisar no gramado! Campo de futebol, para nós que somos considerados o país desse esporte, deveria ser um local sagrado, reservado apenas para os deuses do futebol e seus discípulos. Apenas pra não dizer que não falei do jogo, o Corinthians venceu por Escrito por RICARDO AGUIAR às 23h49
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TOQUE DE CLASSE
Aconteceu na semana passada em Ljubljana, na Eslovênia, a reunião do Comitê Executivo da UEFA com o objetivo de aumentar a formação de treinadores entre as federações européias. Nesse aspecto, os critérios mínimos são definidos por três níveis de treino (B, A e Pro). Se cumprir os requisitos, qualquer federação da UEFA pode participar da Convenção. Nessa reunião, a Turquia foi aceita como membro da convenção no nível B. Isso significa que todas as 52 federações que integram a UEFA podem emitir licenças de nível Pro. A convenção tem como objetivo proteger a profissão de treinador e abrir caminho ao movimento livre de técnicos em toda a Europa, de acordo com a legislação européia. A UEFA também incentiva a troca de idéias entre as federações. A convenção também reflete o desejo de instaurar as licenças de treinadores em todas as federações. O objetivo é que todas as equipes e os clubes profissionais em particular, apenas empreguem treinadores que tenham a formação adequada e a licença devida. Escrito por RICARDO AGUIAR às 15h25
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DE BICO
E eis que em mais um dia, mais um capítulo da novela de relacionamento “AMOR, ESTRANHO AMOR”. De um lado jogadores e outros profissionais do futebol no uso da lei do silêncio, do outro a imprensa, que reclama, reclama, mas todos os dias vai ao clube, foca os profissionais protestantes e nós do outro lado da tela, somos obrigados a ouvir a mesma ladainha. Vários jornalistas já falaram que “o correto seria não falar desses profissionais, não entrevista-los e deixa-los à luz do esquecimento”, mas entra dia e sai dia, lá estão nossos nobres jornalistas tentando arrancar uma “palavrinha”. O Sócrates foi muito feliz nas suas colocações sobre esse conturbado relacionamento. Um precisa do outro, a imprensa mais do jogador por que ele é a notícia, mas o jogador não pode menospreza-la, por que depende dela para aparecer. A verdade é que ambos tem sua parcela de culpa; a imprensa porque tem cada jornalista, com cada pergunta cretina, apenas para tumultuar, que Deus me livre (e já falei sobre isso aqui outras vezes). Por outro lado os profissionais (jogadores, treinadores, dirigentes, etc), que não podem simplesmente culpar a imprensa por seus próprios fracassos. Poucos aceitam críticas sem contra-atacar, quando o correto seria encara-las como instrumentos de evolução, afinal o ser humano precisa evoluir a cada dia, a todo instante. Gostaria que a imprensa tomando uma posição mais enérgica e também usando a lei do silêncio, para ver até onde iria essa guerrinha. Mas parece que a nossa imprensa ta mais pra mulher de malandro...quanto mais apanha...mais gosta e assim vamos seguindo no país do futebol. Escrito por RICARDO AGUIAR às 14h55
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NA PRANCHETA Marcação MISTA Vantagens: - Lhe damos a iniciativa ao jogador para que num momento determinado eleja o melhor para sua equipe. - Nos permite que ao contrário não nos encontre em inferioridade numérica. - Aumenta a criatividade em nossos jogadores.
- Ao defensor lhe obriga a trabalhar em zonas não habituais. - Diminui a capacidade ofensiva. - Confiar essa missão a homem não sacrificados e inteligentes. - Que não exista reciprocidade na ajuda por colegas. Escrito por RICARDO AGUIAR às 14h32
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NA PRANCHETA
As vantagens deste sistema: 1. Ao marcar, o defensor não abandona, seu posto habitual. 2. Marca de perto quanto um atacante invade seu setor. 3. Existe uma grande cobertura e oferece bom sentido de antecipação. 4. Uma vez conseguida a posse da bola, arma-se com grande rapidez o contra-ataque, devido aos espaços deixados. 5. Estabelece uma grande solidariedade entre os defensores. As desvantagens: 1. Há a possibilidade de que dois ou mais atacantes invadam a zona de um defensor ao mesmo tempo. 2. O adversário tem a iniciativa do jogo. 3. A eficácia não chega a ser boa se não se reduzem as zonas a espaços pequenos. 4. Dificuldade de controlar totalmente a metade de nosso campo com cinco ou seis jogadores. 5. Certa passividade nos jogadores afastados da bola com a falta de “agressividade”. Escrito por RICARDO AGUIAR às 14h29
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NO BANCO Náutico troca de técnico faltando 7 rodadas! E faltando apenas 7 rodadas para o final da série B, o Náutico troca de técnico novamente (o terceiro comandante este ano). Paulo Campos foi demitido depois da derrota do Náutico para o Sport no último sábado, na Ilha do Retiro por Além de ser um resultado absolutamente normal, em se tratando de um clássico, o Náutico fez um bom primeiro tempo, nem um motivo para demitir o treinador. Porém o futebol brasileiro é assim mesmo...quando algo não dá certo a primeira cabeça a rolar é a do treinador. Não consigo ver com bons olhos a troca de comando faltando tão poucos jogos. Esse quadro de instabilidade vai continuar, até que a classe se uma e pressione a CBF e as federações para proibir a troca de técnicos durante uma competição. Essa medida certamente obrigaria os clubes a se planejarem e serem mais cuidadosos na hora de contratar um profissional. Tenho dito inúmeras vezes, nós treinadores somos culpados por toda essa instabilidade e na verdade, o futebol brasileiro ainda é muito amador! Escrito por RICARDO AGUIAR às 18h44
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